Acomodar práticas religiosas

Lição 11 - Crenças religiosas 1. www.ebdemfoco.comErberson R. Pinheiro dos Santos CRENÇAS RELIGIOSAS LIÇÃO 11 2. TEXTO DO DIA “Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens, como o lavar dos jarros e dos copos, e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas” (Mc 7.8). Reflexão: As práticas religiosas são muito importantes para uma pessoa religiosa. As práticas oracionais, pagar o dízimo, ajudar a nossa comunidade, fazer penitência, praticar o jejum e tantos outros elementos importantes que fazem parte da vida religiosa de um homem que busca a Deus. Pronto entrará en vigor el acomodo razonable para prácticas religiosas El Departamento del Trabajo espera tener listo próximamente el reglamento martes, 28 de marzo de 2017 - 10:30 p.m. Además, los patronos deben acomodar razonablemente las prácticas religiosas genuinas de los empleados y solicitantes de empleo, y no pueden tomar represalias por haberse reclamado el derecho de ... Reflexão: As práticas religiosas são muito importantes para uma pessoa religiosa. As práticas oracionais, pagar o dízimo, ajudar a nossa comunidade, fazer penitência, praticar o jejum e tantos outros elementos importantes que fazem parte da vida religiosa de um homem que busca a Deus. Los empleadores deben acomodar a cualquier empleado que notifica a la empresa que tales programas entran en conflicto con sus ideas religiosas, aunque el patrono considere que no existe una razón religiosa para la objeción del empleado. FUENTE: The U.S. Equal Employment Opportunity Commission por el Lcdo. Gregory Figueroa-Rosario, Ferraiuoli LLC El 24 de abril de 2017, el Secretario del Departamento del Trabajo y Recursos Humanos (“Secretario”) respondió al mandato legislativo al aprobar el Reglamento para la Aplicación del Esquema de Acomodo Razonable para Prácticas Religiosas en el Empleo dispuesto en el Art. 2.19 de la Ley Núm. 4… As práticas religiosas são muito importantes para uma pessoa religiosa. As práticas oracionais, pagar o dízimo, ajudar a nossa comunidade, fazer penitência, praticar o jejum e tantos outros elementos importantes que fazem parte da vida religiosa de um homem que busca a Deus. Os empregadores “não podem escolher que religiões e que práticas religiosas eles aceitarão fazer adaptações para acomodá-las”, outro advogado da EEOC acrescentou. “Se um empregador pode fazer adaptações para acomodar a prática religiosa de um funcionário sem grandes transtornos, então deve fazê-las. Nos Estados Unidos, práticas religiosas não podem influenciar decisões contratuais. ShareAmerica - 4 de junho de 2015. ... Em 1 º de junho, a Suprema Corte dos EUA determinou* que a falha da empresa ao não acomodar seu véu, utilizado em cumprimento à sua religião muçulmana, ...

Um governo ou uma confederação mundial seria, de modo geral, uma coisa positiva e inevitável

2020.07.05 21:35 Mikelopo1 Um governo ou uma confederação mundial seria, de modo geral, uma coisa positiva e inevitável

Muitas pessoas atualmente têm receios em relação a conceder poderes governamentais para uma entidade supranacional (o que é compreensível), mas no final das contas isso é apenas uma gota de água no oceano de momentos que fazem a experiência política do homem na Terra.
O amor pelos países, o nacionalismo e seu primo semanticamente bem quisto, o patriotismo, gradualmente vão ter de ceder espaço assim como o amor pelas tribos e pequenas comunidades teve que dar espaço para o surgimento do nacionalismo em primeiro lugar.
As línguas da humanidade, tão vastas, vão gradualmente se fundir. E é bem provável que a diferença entre elas se torne apenas uma formalidade muito antes dessa fusão, com a incrementação de aparelhos de tradução ao longo do século XXI.
Os movimentos nacionalistas renascentes no século XXI, diferente do que os reacionários clamam e os progressistas chiam de medo, são apenas espasmos de uma tendência moribunda que dá gritos de agonia ao passo que suas bases econômicas e culturais são uma a uma apagadas. Trump, por exemplo, não tem poder de mudar nada no longo prazo: a demografia dos EUA determina que o Partido Republicano como é hoje organizado esta acabado. O futuro dos Republicanos vai ter que se adaptar para se acomodar a realidade de um EUA cada vez mais latino e negro.
O aquecimento global é sim, uma das maiores ameaças a ordem global. Se por um lado ele faz os países terem um objetivo em comum, ele representa uma ameaça de rompimento da ordem globalista. Mas mesmo assim, no longo prazo, a tendência continua a mesma. Os países do futuro, mesmo que calejados por lidar com crises e guerras ambientais, vão eventualmente chegar no mesmo momento em que estamos agora em termos de incrementação de integração.
A outra ameaça é a guerra nuclear, talvez ironicamente a única forma crível de dar um reset no mundo e criar a realidade de valores conservadores e reacionários que muitos movimentos políticos prezam. No entanto, nem isso conseguiria parar o inevitável destino da humanidade no longo prazo. Mesmo que nos destruíssemos em uma guerra nuclear o caminho tecnológico do homem iria inevitavelmente levar a reconstrução de tecnologias perdidas e a chegada no exato momento em que estamos: aquele em que os incrementos nas tecnologias de comunicação, inteligência artificial e transporte contribuem para solapar as fronteiras físicas e invisíveis entre países e na fecundação de uma sociedade global.
Talvez o pior cenário para a humanidade no longo prazo seja um ciclo interminável de progresso e autodestruição nuclear nas vésperas do nascimento de uma civilização global viável, como vivemos agora. Fora disso o destino é claro: um governo ou uma comunidade supranacional de países similar a UE regulando o mundo e agindo como uma autoridade final e com poder coercitivo nos conflitos entre nações (diferente do que é a ONU hoje em dia).
O nascimento dessa sociedade global passa por uma série de outras considerações culturais e sociais menores: a quase extinção das barreiras entre os gêneros (mesmo a gestação vai ser possível para homens eventualmente), a morte das religiões como algo sério no debate político (religiões vão continuar existindo, mas vão cada vez mais se tratar de uma inócua prática religiosa privada e o conceito de morrer por Deus vai parecer cada vez mais alienígena ao passo que o islã se torna mais parecido com o cristianismo), práticas sexuais não-ortodoxas como poliamor e amor livre (isso especialmente me enoja sobre o futuro, mas não existe sentido em fazer uma cruzada para mudar uma tendência inevitável), a morte da família nuclear como entendemos hoje, etc.
Todas essas tendências são resultado de longo prazo da criação de uma sociedade urbana, cosmopolita e industrial e do distanciamento da vida do campo, que começou há muitos séculos durante a revolução industrial. Muitas pessoas podem se sentir enojadas por muitas coisas que nossos descendentes vão considerar normais, mas não existe sentido em lutar contra isso, pois cada uma dessas considerações são parte das conclusões e consequências do rumo que a espécie humana resolveu tomar há muitos séculos atrás e que não vai ser mudado pelos desejos de nenhum indivíduo ou grupo. Não existe ativismo que vá mudar isso, não existe pressão econômica que vá mudar isso, filmes não vão mudar isso, religião não vai mudar isso, Hitler (outro sintoma de reação contra as conclusões da sociedade urbana) também não poderia mudar isso se tivesse vencido a guerra.
Resumindo: não encarem o globalismo como um mal que tem que ser vencido. Pois ele não é necessariamente inteiramente um mal e definitivamente não é algo que pode ser vencido, ao menos não permanentemente e com certeza não por meios que alguém estaria disposto a usar.
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2020.07.05 21:31 Mikelopo1 Um governo ou uma confederação mundial seria, de modo geral, uma coisa positiva e inevitável

Muitas pessoas atualmente têm receios em relação a conceder poderes governamentais para uma entidade supranacional (o que é compreensível), mas no final das contas isso é apenas uma gota de água no oceano de momentos que fazem a experiência política do homem na Terra.
O amor pelos países, o nacionalismo e seu primo semanticamente bem quisto, o patriotismo, gradualmente vão ter de ceder espaço assim como o amor pelas tribos e pequenas comunidades teve que dar espaço para o surgimento do nacionalismo em primeiro lugar.
As línguas da humanidade, tão vastas, vão gradualmente se fundir. E é bem provável que a diferença entre elas se torne apenas uma formalidade muito antes dessa fusão, com a incrementação de aparelhos de tradução ao longo do século XXI.
Os movimentos nacionalistas renascentes no século XXI, diferente do que os reacionários clamam e os progressistas chiam de medo, são apenas espasmos de uma tendência moribunda que dá gritos de agonia ao passo que suas bases econômicas e culturais são uma a uma apagadas. Trump, por exemplo, não tem poder de mudar nada no longo prazo: a demografia dos EUA determina que o Partido Republicano como é hoje organizado esta acabado. O futuro dos Republicanos vai ter que se adaptar para se acomodar a realidade de um EUA cada vez mais latino e negro.
O aquecimento global é sim, uma das maiores ameaças a ordem global. Se por um lado ele faz os países terem um objetivo em comum, ele representa uma ameaça de rompimento da ordem globalista. Mas mesmo assim, no longo prazo, a tendência continua a mesma. Os países do futuro, mesmo que calejados por lidar com crises e guerras ambientais, vão eventualmente chegar no mesmo momento em que estamos agora em termos de incrementação de integração.
A outra ameaça é a guerra nuclear, talvez ironicamente a única forma crível de dar um reset no mundo e criar a realidade de valores conservadores e reacionários que muitos movimentos políticos prezam. No entanto, nem isso conseguiria parar o inevitável destino da humanidade no longo prazo. Mesmo que nos destruíssemos em uma guerra nuclear o caminho tecnológico do homem iria inevitavelmente levar a reconstrução de tecnologias perdidas e a chegada no exato momento em que estamos: aquele em que os incrementos nas tecnologias de comunicação, inteligência artificial e transporte contribuem para solapar as fronteiras físicas e invisíveis entre países e na fecundação de uma sociedade global.
Talvez o pior cenário para a humanidade no longo prazo seja um ciclo interminável de progresso e autodestruição nuclear nas vésperas do nascimento de uma civilização global viável, como vivemos agora. Fora disso o destino é claro: um governo ou uma comunidade supranacional de países similar a UE regulando o mundo e agindo como uma autoridade final e com poder coercitivo nos conflitos entre nações (diferente do que é a ONU hoje em dia).
O nascimento dessa sociedade global passa por uma série de outras considerações culturais e sociais menores: a quase extinção das barreiras entre os gêneros (mesmo a gestação vai ser possível para homens eventualmente), a morte das religiões como algo sério no debate político (religiões vão continuar existindo, mas vão cada vez mais se tratar de uma inócua prática religiosa privada e o conceito de morrer por Deus vai parecer cada vez mais alienígena ao passo que o islã se torna mais parecido com o cristianismo), práticas sexuais não-ortodoxas como poliamor e amor livre (isso especialmente me enoja sobre o futuro, mas não existe sentido em fazer uma cruzada para mudar uma tendência inevitável), a morte da família nuclear como entendemos hoje, etc.
Todas essas tendências são resultado de longo prazo da criação de uma sociedade urbana, cosmopolita e industrial e do distanciamento da vida do campo, que começou há muitos séculos durante a revolução industrial. Muitas pessoas podem se sentir enojadas por muitas coisas que nossos descendentes vão considerar normais, mas não existe sentido em lutar contra isso, pois cada uma dessas considerações são parte das conclusões e consequências do rumo que a espécie humana resolveu tomar há muitos séculos atrás e que não vai ser mudado pelos desejos de nenhum indivíduo ou grupo. Não existe ativismo que vá mudar isso, não existe pressão econômica que vá mudar isso, filmes não vão mudar isso, religião não vai mudar isso, Hitler (outro sintoma de reação contra as conclusões da sociedade urbana) também não poderia mudar isso se tivesse vencido a guerra.
Resumindo: não encarem o globalismo como um mal que tem que ser vencido. Pois ele não é necessariamente inteiramente um mal e definitivamente não é algo que pode ser vencido, ao menos não permanentemente e com certeza não por meios que alguém estaria disposto a usar.
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